Refis Programa de Recuperação Fiscal.

Definição: Refis é o Programa de Recuperação Fiscal que tem como objetivo facilitar a regularização de tributos em atraso de pessoas jurídicas ou físicas. Dessa forma, o programa é regularizado por órgãos públicos federais. Tais como: Receita Federal do Brasil (RFB);

Melhorando as finanças através de parcelamentos de tributos.

Nós da Sarti Contabilidade resolvemos escrever este post para ajuda de empresários e pessoa física os quais poderão aderir uma forma de parcelamento de seus tributos buscando um equilíbrios em suas contas parcelando através do Programa de Parcelamento de débitos com a Receita Federal e também de Prefeituras taxas e impostos.

Neste tempo de pandemia todos nós de alguma forma sofremos com comércio, indústria e prestação de serviços fechados ou parcialmente trabalhando com jornada reduzida. Vendo por este lado da dificuldade enfrentada por empresas, empresários e até o trabalhador sofreu com o Covid-19.

Quem pode optar pelos parcelamentos são: Empresas Enquadradas no Regime Tributário Micro empreededor individual, Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. As pessoas físicas com débitos municipais também poderão parcelar até em 96 vezes seus débitos.

Tributos federais, estaduais e municipais poderão ser parcelados assim como Taxa de Licença e Iptu empresa, no caso dos tributos municipais consultar a legislação municipal vigente de cada Prefeitura. Ressaltamos os tributos a serem parcelados são os já vencidos o prazo de pagamento, os tributos correntes desde Março 2020 estão prorrogados suas datas de pagamento. Conforme Receita Federal e demais órgãos.

A Prefeitura de Rio Claro em 2019 abriu uma possibilidade de pagamento no cartão de crédito e parcelado, medida favorável ao contribuinte que deseja estar em dia com seus impostos municipais, segue o Link reportagem do Refis 2019 Rio Claro/SP encurtador.com.br/opP78

” Uma das vantagens é que a renegociação para pagamento à vista, que vale 100% de desconto nos juros e multa, pode ser parcelada no cartão de crédito em até 12 vezes. Todas as demais faixas de desconto no pagamento à prazo do Refis também poderão ser pagas com o cartão de crédito. Estão sendo aceitos cartões das bandeiras Mastercard, American Express, Visa, ELO e Hipercard.” Prefeitura de Rio Claro.

Progressão de descontos de multas e juros:

Para pagamentos a vista 100% de desconto nos juros e multa se pagar à vista. De duas a cinco prestações, 95%; de seis a 12, 85%; de 13 a 24, 75%; de 25 a 36, 65%; de 37 a 60, 55%; de 61 a 80, 45%; de 81 a 100 parcelas, 35% de descontos nos juros e multa.

Em dezembro, o vencimento da quitação e primeira parcela será no dia 22. Os descontos nos juros e multa serão de 95% para quem pagar à vista. Parcelamentos de duas a cinco prestações valerão desconto de 90% nos juros e multa; de seis a 12, 80%; de 13 a 24, 70%; de 25 a 36, 60%; de 37 a 60, 50%; de 61 a 80, 40%; de 81 a 100 prestações, 30% de abatimento nos juros e multa.

Concluindo: O contribuinte poderá contar com o Refis em 2021 e assim poderemos estar empreendendo novamente e com a segurança de parcelar todos os impostos e taxas, conforme legislação vigente Federal, Estadual e Municipal.

Fontes de Pesquisa: Receita Federal e Legislação Municipal

Agradecemos aos nossos leitores pela oportunidade!!!

PRONAMPE AUXÍLIO EMERGENCIAL AS EMPRESAS

Foi aprovado pelo governo federal o PRONAMPE – Programa Emergencial para as Micro e Pequenas empresas constituídas até Dezembro/2019, com o objetivo de oferecer aos empresários de empresas do SIMPLES NACIONAL, devido ao cenário de recessão econômica em que o país está passando.

Este programa será oferecido em forma de empréstimos, com taxa equivalente a SELIC, sendo hoje, 3% ao ano, com acréscimos de 1,25%, podendo ser parcelados em até 36 meses, com carência de 06 meses para começar a pagar.

O PRONAMPE somente poderá ser utilizado para novos investimentos, pagamento da folha de pagamento das empresas e como capital de giro para pagamento de demais despesas da empresa.

O empresário interessado em receber o empréstimo oferecido pela linha de crédito especial deve apresentar ao banco escolhido uma garantia pessoal no montante igual ou superior ao valor do crédito.

Essa modalidade também é conhecida como fiança, neste caso alguém da confiança do empresário ficará responsável por quitar a dívida caso o mesmo não consiga. 

Para empresas com menos de 1 ano de existência, pode ser exigido pelo banco uma garantia de 150% do valor emprestado, mais acréscimos. 

Segundo o projeto, o empresário também deve se comprometer a não realizar nenhuma demissão, sem justa causa, no período entre a data da contratação da linha de crédito e 60 dias após o recebimento da última parcela. Caso o empresário não cumpra o prometido, o vencimento de sua dívida será antecipado assim como suas parcelas. 

O empresário que tiver restrição ou protesto em seu nome ou em nome da empresa, de não será vetado receber o empréstimo. Além disso, a instituição financeira escolhida, não poderá negar a concessão do empréstimo para aquele que apresentar irregularidade nos certificados de: 

  • Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) 
  • Previdência Social (Certidão Negativa de Débito – CND) 
  • Tribunal Superior Eleitoral 
  • Imposto Territorial (ITR) 

E os bancos também estão dispensados de consultar o Cadin ou o registro de restrição para contratos com o Governo Federal. 

Bancos estão autorizados a oferecer a Linha de Crédito Especial:

O empresário pode pedir a linha de crédito especial, até o momento, para o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia. 

Essas são as instituições citadas até o momento, mas o projeto permite a participação de outros bancos como: 

Toda transação referente a linha de crédito especial para micro empreendedores e pequenas empresas, será garantida pelo Banco do Brasil. 

Estamos à disposição para atender e orientar nossos clientes e aos Empresários em geral com relação ao PRONAMPE, visando a melhor forma de adesão a este Programa Emergencial do Governo para as Micro e Pequenas Empresas.

Prazo de Suspensão e Redução de Jornada de Trabalho

As empresas que vierem firmar acordos de SUSPENSÃO DE CONTRATO DE TRABALHO e REDUÇÃO DA JORNADA E SALÁRIOS com sua equipe de funcionários, até o último 24 de abril, incluindo os empregados domésticos, têm até o dia 4 de maio para informar essa decisão ao governo federal. O prazo foi estabelecido pela Portaria 10.486, que regulamenta as normas de processamento e pagamento do chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), bancado pelo governo federal e previsto na Medida Provisória (MP) 936/2020.

Os patrões com acordos firmados até 24 de abril não prestem informações ao governo no prazo fixado, deverão pagar as remunerações aos seus trabalhadores normalmente, recolhendo todos os encargos devidos até a data em que os dados sobre os acordos forem efetivamente repassados.

A data de 4 de maio foi estabelecida pelo governo para não prejudicar os empregadores que ainda não comunicaram os acordos feitos com os funcionários ao governo. A MP 936 (publicada em 1º de abril) vem determinar que o patrão tem dez dias corridos, a partir da data do acerto com o trabalhador, para registrar as informações no sistema.

 

Como funciona

O referido benefício será pago pelo governo federal quando houver a redução proporcional de jornada do trabalhador ou a suspensão temporária do contrato de trabalho. A primeira parcela será paga no prazo de 30 dias, contado da data da celebração do acordo.

Se o acerto não for informado pelo patrão ao Ministério da Economia no prazo de dez dias corridos, o benefício somente será pago ao trabalhador em 30 dias após a data da comunicação ao governo, cabendo ao empregador pagar a remuneração e recolher os encargos até lá, de forma a não prejudicar o funcionário.

No caso da redução de jornada de trabalho e salário, o corte de 25%, 50% ou 70% poderá vigorar por até 90 dias. Se a opção for por suspensão do contrato de trabalho, o prazo será de, no máximo, 60 dias.

Cálculo dos valores

Em se tratando de redução da jornada e do salário, o valor do benefício terá como base de cálculo a parcela mensal do seguro-desemprego a que o empregado teria direito. O governo vai pagar para o trabalhador um percentual do seguro-desemprego em proporção igual ao corte salarial (25%, 50% ou 70%).

Já para a suspensão do contrato, as parcelas do seguro-desemprego vão variar entre R$ 1.045 (como é o caso dos empregados domésticos, mesmo que ganhem o piso regional) e R$ 1.813.

Negociação individual ou coletiva

As negociações individuais valem, segundo a MP 936, para os empregados que ganham até três salários mínimos (R$ 3.135) ou para o trabalhador de nível superior que receba mais de R$ 12.202,12 — o dobro do teto da Previdência Social —, nos percentuais estabelecidos de redução de jornada e de salário de 25%, 50% ou 70%.

Se o salário do funcionário estiver neste intervalo salarial (entre R$ 3,135,01 e R$ 12.202,11), o pacto individual vale para o corte no percentual de 25%. Para outros casos (redução de 50% ou 70%), a negociação terá que ser estabelecida por meio de convenção ou acordo coletivo.

Os acordos também deverão ser comunicados aos sindicatos em até dez dias corridos (quando for o caso), contado da data de sua celebração. Para isso, o empregador deverá entrar em contato com a entidade que representa a categoria para verificar como enviar os acordos individuais que vier a realizar.

Estimativa de pagamento

As duas modalidades passaram a ser permitidas pelo governo por conta do estado de calamidade pública, estabelecido até 31 de dezembro de 2020, em decorrência da pandemia do novo Coronavírus. Perante as estimativas do governo, a medida vai beneficiar 24,5 milhões de trabalhadores e custará cerca de R$ 51,2 bilhões aos cofres públicos.

O pagamento por parte do governo ao trabalhador será feito independentemente do cumprimento de qualquer período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício e do número de salários recebidos pelo trabalhador.

 

Sarti Contabilidade

Karina Helena Lamaro Sarti Vieira e Cesar Eduardo Vieira (Contadores)

 

Correspondente Contábil

O que é um Correspondente Contábil?

O Correspondente Contábil é um contador ou profissional contábil que realiza serviços para escritórios de contabilidade ou empresas que se localizam em outras cidades ou estados. Dentre a lista de serviços prestados, estão: assessoramento contábeis, diligências, cópias de documentações, entrada em processos nos órgãos regionais (Juntas Comerciais, Prefeituras, SEFAZ e demais), acompanhamentos de processos, serviços perante as Juntas Comerciais entre outros. O Correspondente Contábil deve possuir conhecimento Contábil, entender sobre as práticas e legislações contábeis, os trâmites legais.

Contate-nos:   adm@sarticontabilidade.com.br

(19) 3524-3244.

(19) 9.7105-2685.

A reforma tributária e seus impactos na vida dos brasileiros — VEJA.com

A reforma tributária vai mudar o quanto você vai pagar de imposto, de salário, de comida. Existem duas possibilidades. Uma delas pretende unir em um só os impostos federais. Depois ele acaba com o famoso ICMS, que é estadual, e com o ISS, que é municipal, para substituir tudo por um novo imposto, o IBS…

via A reforma tributária e seus impactos na vida dos brasileiros — VEJA.com

Alvará de Vigilância Sanitária

Olá Empreendedores!!!!!!

Você quer receber dicas valiosas de como obetr alvará de vigilância Sanitária de forma rápida e segura. Continue lendo está incrível dica feita pelos contadores da Sarti Contabilidade.

Se você tem uma empresa no ramo de atividade de alimentação, beleza, clinicas médicas, cuidados pessoais existem algumas regras exigidas por lei a serem cumpridas com prazos e datas determinadas pelo Órgão do governo Vigilância Sanitária ou Anvisa.

 

Esta instituição Anvisa  atesta, controla, pesquisa e  cria leis e regras as garantem a qualidade de empresas de alimentação e de setores de interesse como beleza, pesca esportiva, clubes de lazer esportes entre outras atividades que envolvam segurança alimentar, higiene, lazer  visando a saúde pública.

Basicamente não há segredos porém é importante e exigido o curso de manipulação de alimentos ao cozinheiro ou propietário o qual será encaregado de treinar sua equipe de forma a garantir a segurança na maniupulação de alimentos.

Outros passos a serem cumpridos:

  • Dedetização Desinsetização  do ambiente a cada 3 meses por uma empresa certificado no ramo de controle de pragas urbanos. Ratos, baratas e isentos em geral.
  • Exame de Sangue parasitológico dos manipuladores de alimentos.
  • Certificado de Limpeza do Ar condicionado.
  • Armazenagem de alimentos em locais apropriados e limpos,  bebidas acondicionadas  sobre paletes de madeira e de plástico evitando contato com o chão.
  • E limpeza em Geral são coisas elementares e essenciais.

Para ramos de cuidado com a beleza é necessário também alguns procedimentos e apresentação de certificados.

  • Para serviços como podologia, estética e outras intervenção colher os certificados de cursos realizados.
  • Carteira de Vacinação atualizada para os profisionais como: manicure,  pedicuri, podólogos.
  • Certificado emitido pelo autoclave e também o caderno de controle das esterilização dos utensílios como alícates de unha e outros utensílios de metal.
  • Havendo lanchonete no local seguir todos os procedimentos citamos acima.

Cinicas médicas também se enquadram no interesse de controle da Vigilância Sanitária, abordaremos este assunto num post mais técnico e com entrevista de um médico relatando informações necessárias.

Com estas dicas auxiliado pelo seu contador, poderá ter seu alvará de forma simples e rápida mantendo seu negócio seguro.

 

62049980_2248297538591339_6460645589401993216_n

Lei do Trabalhador Doméstico

Jamais falou-se tanto em Empregado Doméstico depois que a lei do Trabalho Domestico foi sancionado em 2006, mas apesar de muito popular, você sabe realmente o que é um empregado doméstico e quais seus direitos?
É dito como empregado doméstico pessoa física, maiores de 16 anos que concede serviços de maneira frequente e constante e de objetivo não lucrativo à pessoa ou família, em suas residências. Assim, a característica diferenciada no empregado doméstico é o caráter não-econômico da ação aplicada no domínio residencial do empregador. Podem ser domésticos diversos profissionais, como motoristas, caseiros, cozinheiros, jardineiros, babás, mordomos, etc. O empregador nada mais é do que famílias ou pessoas físicas que assume a sua ocupação empregada, para trabalhar em seu meio social ou em atividades declaradas como domesticas.
Hoje, a Justiça Trabalhista tem firmado que faxineiros ou faxineiras, chamados “diaristas” tem entendimento que para ser caracterizado o vínculo de emprego doméstico, são necessários os seguintes requisitos:
• Pessoalidade – somente ela presta o serviço;
• Onerosidade – recebe para execução do mesmo;
• Continuidade – o serviço prestado por ela ocorre de forma continua;
• Subordinação – você dirige a prestação do serviço
• Prestação de serviço no âmbito de sua residência.

Continuidade no trabalho não encontra conceituação em lei. Há o entendimento, por parte da Justiça do Trabalho, de que até duas vezes por semana, não há continuidade, mas a partir de três vezes sim. Claramente que isso não impede que a empregada ajuíze reclamação trabalhista e tenha reconhecido o empregado trabalhe, tenha sua carteira assinada e o INSS recolhido.
O faxineiro em residência não é considerado como empregado quando, por exemplo, o faxineiro é chamado eventualmente, uma vez por mês ou outro período, podendo aceitar vir naquele dia ou em outro em que esteja disponível. Ele quem controla sua semana, não está subordinado à expectativa de ter que trabalhar para determinada pessoa em determinado dia ou dias da semana.
Os documentos exigidos para a admissão do doméstico são:
• A apresentação de sua Carteira de Trabalho e Previdência Social ao iniciar sua atividade. A CTPS pode ser obtida levando-se duas fotos 3×4 e um documento de identidade (carteira de identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento) à Delegacia Regional do Trabalho, Subdelegacia ou Agência de Atendimento do Trabalhador, ou ainda junto ao SINE ou sindicatos conveniados.
• Quando houver opção pelo patrão de recolhimento de FGTS de ser providenciado, se ainda não possui, a inscrição no PIS, retirada nas agências da Caixa Econômica Federal. A inscrição no PIS não é obrigatória para o recolhimento do FGTS, mas quando o empregado doméstico é despedido é requisito necessário para o saque.
• Caso já possua, deve apresentar seu carnê de pagamento do INSS. Se ainda não for contribuinte, o carnê poderá ser adquirido nas livrarias e a inscrição (NTT – Número de Inscrição do Trabalhor), pode ser efetuada pela internet no site da Previdência Social (em www.mpas.gov.br), e suas agências, ou nas agências do Correio. Poderá também ser utilizado como inscrição no INSS, o número do PIS/PASEP, caso o empregado já o tenha.
• A critério do empregador pode ser solicitada comprovação de conduta e referências, como carta de referências de ex-empregadores, a qual deve conter endereço e telefone para contato.
• A critério e custo empregador, de comum acordo com o empregado, este pode ser encaminhado ao médico do trabalho para exame admissional.
O Contrato de Trabalho deve ser formalizado através da Carteira de Trabalho devendo ser anotados na página “Contrato de Trabalho”: nome e CPF do empregador, endereço do empregador (local de trabalho do empregado); cargo (babá, cozinheira, jardineiro, empregado doméstico, etc.); CBO (Código Brasileiro de Ocupação); data de admissão; salário ajustado, se mensal, semanal, etc.; e, finalmente a assinatura do empregador. As anotações devem ser efetuadas no prazo de 48 horas, após entregue a Carteira de Trabalho pelo (a) empregado (a), quando da sua admissão. A data de admissão a ser anotada corresponde à do primeiro dia de trabalho, mesmo em contrato de experiência (art. 5º do Decreto nº 71.885, de 9 de março de 1973, e art. 29, § 1º, da CLT).
Direitos do (a) empregado (a) doméstico (a):
P Carteira de Trabalho e Previdência Social, devidamente anotada.
P Salário mínimo fixado em lei.
P Irredutibilidade salarial.
P 13º (décimo terceiro) salário.
P Repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos.
P Feriados civis e religiosos.
P Férias de 30 (trinta) dias remuneradas.
P Férias proporcionais, no término do contrato de trabalho.
P Estabilidade no emprego em razão da gravidez.
P Licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário.
P Licença-maternidade de 5 dias corridos.
P Auxílio-doença pago pelo INSS.
P Aviso prévio de, no mínimo, 30 dias.
P Aposentadoria.
P Integração à Previdência Social.
P Vale-Transporte.
P Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), benefício opcional.
P Seguro-Desemprego concedido, exclusivamente, ao (à) empregado (a) incluído (a) no
Com a edição da Lei n.º 11.324, de 19 de julho de 2006, que alterou artigos da Lei n.º 5.859, de 11 de dezembro de 1972, os trabalhadores domésticos firmaram direito a férias de 30 dias remuneradas, obtiveram a estabilidade para gestantes, direito aos feriados civis e religiosos, além da proibição de descontos de moradia, alimentação e produtos de higiene pessoal utilizados no local de trabalho.
Resumidamente o empregado doméstico tem direito ao salário mínimo (ou piso regional, onde houver), irredutibilidade salarial, 13º salário, repouso semanal remunerado, férias de 30 dias por ano com o acréscimo de 1/3 constitucional, licença paternidade de 5 dias, aviso prévio, aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade, licença-maternidade e estabilidade desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Quanto ao depósito de FGTS este é uma opção do empregador, sendo que havendo depósito de FGTS e preenchidos os demais requisitos o empregado doméstico pode ter direito também ao seguro desemprego.
Quanto às férias, dos períodos aquisitivos de férias iniciados antes de 20 de julho de 2006, data de início de vigência da Lei 11.324, o empregado doméstico tem direito a 20 dias úteis. Os períodos aquisitivos iniciados a partir de 20 de julho de 2006 é que geram direito ao gozo de férias de 30 dias por ano. Em ambos os casos o salário é acrescido de 1/3.

Sarti Contabilidade

Descomplicando o Financiamento

Para conseguir a casa própria, um carro ou outros bens de consumo que fazem parte do sonho
de muitas pessoas, o financiamento é a alternativa mais viável. Mas o que é e como ele pode
ser utilizado? Uma instituição financeira disponibiliza recursos para que o indivíduo dê entrada
em uma casa, por exemplo, e ele fica responsável por pagar os juros e as parcelas. Diferente
do empréstimo, que é uma quantia de dinheiro emprestada pelo banco sem finalidade prévia
e normalmente em escala menor, o financiamento prevê a liberação de recursos para bens
específicos, mediante uma parte do valor. Por exemplo: a casa custa cem mil e o banco
financia cinquenta por cento do valor. A pessoa precisa ter os primeiros cinquenta mil para
pegar ‘emprestado’ a metade. Não é uma regra, mas em geral, o órgão financiador e o dono
do bem a ser financiado têm uma parceria prévia. Antes de fazer o seu financiamento, fique
atento a alguns termos que podem te ajudar.
Cédula de Crédito Bancário – Este documento garante que o bem será totalmente quitado,
incluindo as despesas de encargo e possíveis taxas.
IOF – Taxa que incide diretamente sobre o valor da parcela. Em caso de financiamento
imobiliário ou automobilístico, o IOF incide somente sobre o valor do seguro obrigatório.
CET – Custo Efetivo Total é o valor que inclui o valor do bem e todos os encargos, após a
incidência de taxas e impostos. Deve ser informado ao cliente no ato do financiamento.
Amortização – É um valor incluído na prestação que diminui, amortiza o capital da operação.
Alienação Fiduciária – O bem financiado é oferecido como garantia, caso as parcelas não
sejam quitadas. Não pode ser vendido se não estiver totalmente pago.
SAC – modalidade de financiamento onde as parcelas caem com o passar do tempo.
Referências Bibliográficas:
http://www.bcb.gov.br/
http://www.infoescola.com/
http://nfinancas.blogspot.com.br/

Contabilidade Instrumento de Controle de Finanças

A Contabilidade pode ser instrumento para suas finanças

Quando o assunto é contabilidade e administração de renda, normalmente pensamos em um profissional que cuida da parte burocrática e financeira de uma empresa. Porém, esta arte pode e deve ser utilizada para gerenciar finanças pessoais, realizar objetivos e planejar uma carreira com mais eficiência.

Vivemos tempos de contenção de gastos e preços altos, mas ainda assim, é possível usar estratégias a nosso favor. AFP – A Administração Financeira Pessoal é o primeiro passo para quem visa construir patrimônio e avançar degraus.

É preciso modificar a consciência e a cultura financeira. Em países estáveis, a economia oferece um cenário mais confortável, porém, precisamos estar preparados para reviravoltas. Administrar a vida financeira individual é planejar, objetivar e ter em vista o quanto se caminhou e quanto falta para chegar.

Onde cortar gastos e onde investir. Como quitar dívidas antigas que se arrastam e geram juros e uma série de outros fatores que irão te situar e fazer com que o seu plano avance gradativamente. Reserve um período calmo do dia e faça uma planilha. Com datas, lançamentos, gastos e ganhos.

No início, irá parecer exaustivo e pouco produtivo, mas aos poucos, o hábito te ajudará a trilhar novos caminhos. Comece com anotações simples e vá evoluindo. Capacitação Financeira – Não é exatamente a graduação em contabilidade mas a capacidade do indivíduo administrar sua saúde financeira. Planejar seus gastos, conversar com o gerente, negociar menores taxas. Não precisa ter uma empresa para ter uma planilha de gastos.Ela irá te auxiliar e situar financeiramente. Assuma uma postura pró- ativa na hora de utilizar seus recursos.

A educação financeira não é incluída na grade curricular da escola, mas pode ser aprendida e incorporada á rotina. Procure estar atento ás novas tendências, mude de banco se necessário e corra atrás da melhor oferta. Atualmente, existem muitos cursos de capacitação financeira com linguagem simples e eficaz. Alguns são gratuitos e oferecem certificados. Caso se sinta confuso sobre o assunto, peça ajuda a um consultor financeiro, ele irá te dar dicas práticas e te ajudar a se portar diante de uma promoção ou demissão. Informação Contábil – Muitas pessoas não sabem informações básicas que ajudam muito quando o assunto é rentabilidade, investimento e poupança. É necessário avaliar e saber exatamente como estão as condições dos órgãos financeiros do país, a economia e a melhor fase para investimento, compra ou venda.

Faça uma análise, planeje, calcule e peça a ajuda de um profissional experiente se necessário. Esteja atento ás fases e ás quedas das moedas internacionais. Evite empréstimos, mesmo que caibam com folga no orçamento, pois podem aparecer gastos imprevistos. A sua renda individual também afeta a familiar e vice versa. Não negligencie uma em detrimento da outra. Atenda suas necessidades básicas e reflita sobre o que é supérfluo. Lazer, viajar com a família não é supérfluo, mas aquele carro novo quando você acabou de quitar o seu, pode esperar um pouco. Corte hábitos nocivos e evite pequenos gastos aparentemente inofensivos.

 

Referências Bibliográficas: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/21978/000635996.pdf?sequence=1 http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12139/tde-28012008-141149/en.php http://periodicos.unesc.net/seminariocsa/article/view/1424/1351